Plenária do vereador Deodato Ramalho: Sábado, 1º de agosto, às 15h, no Sindicato dos Comerciários (Av. Tristão Gonçalves, 803, Centro). Participe!
O vereador Deodato Ramalho (PT) convida a militância e apoiadores(as) para a Plenária do Mandato que será realizada neste sábado, 1º de agosto, às 15h, no Sindicato dos Comerciários (Av. Tristão Gonçalves, 830 – Centro). O evento tem como pauta: a análise da conjuntura política, a avaliação do mandato e as próximas atividades a serem realizadas.
Ao longo de dois anos e meio, o mandato do vereador Deodato é reconhecido na cidade por defender causas relevantes, como as lutas por direitos humanos, por um meio ambiente equilibrado, por segurança, transporte, saúde e educação de qualidade. Deodato vem se destacando também como presidente da Comissão de Direitos Humanos, da Mulher, da Juventude, da Criança e do Idoso da Câmara de Fortaleza e líder da bancada do PT, na oposição à gestão do prefeito Roberto Cláudio.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
terça-feira, 28 de julho de 2015
Greve: petroleiros paralisam produção
Dia de mobilização contra "desinvestimentos" na estatal e em repúdio ao projeto de José Serra para entrega do Pré-sal tem ampla adesão. Atividades também foram paralisadas em Fortaleza
Desde a zero hora desta sexta-feira (24/7), os petroleiros iniciaram a greve nacional de 24 horas, indicada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos e referendada em assembleias realizadas por todo o Brasil. A greve de advertência também está sendo realizada no Ceará, tendo sido aderida por trabalhadores das áreas operacionais e administrativas. No Estado, os trabalhadores não estão emitindo Permissões de Trabalho (PTs) nas plataformas marítimas, na Petrobras Biocombustível (PBIO), na Lubnor e no terminal da Transpetro. As manifestações começaram às 7h30, com apoio da CUT-CE.
A paralisação das atividades nesta sexta-feira é um protesto da categoria contra o novo Plano de Gestão e Negócios da Petrobrás referente aos anos de 2015/2019 e contra o PLS 131/2015, o projeto entreguista do senador José Serra (PSDB-SP), que pode tirar da Petrobras o papel de operadora única do Pré-sal. O Ceará, com intensa mobilização da CUT estadual, tem protagonizado a mobilização em defesa da causa. No último dia 22, foi lançada, em Fortaleza, a “Frente Ampla em Defesa do Pré-Sal – pelo Brasil, pela Educação e pela Petrobras!”.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Como pensa a elite brasileira
Por Antonio Lassance*
A elite brasileira comprou o livro de Piketty, O Capital no Século 21. Não gostou. Achou que era sobre dinheiro, mas o principal assunto é a desigualdade.
A elite brasileira é engraçada. Gosta de ser elite, de mostrar que é elite, de viver como elite, mas detesta ser chamada de elite, principalmente quando associada a alguma mazela social. Afinal, mazela social, para a elite, é coisa de pobre.
A elite gosta de criticar e xingar tudo e todos. Chama isso de liberdade de expressão. Mas não gosta de ser criticada. Aí vira perseguição.
Quando a elite esculhamba o país, é porque ela é moderna e quer o melhor para todos nós. Quando alguém esculhamba a elite, é porque quer nos transformar em uma Cuba, ou numa Venezuela, dois países que a elite conhece muito bem, embora não saiba exatamente onde ficam.
sábado, 25 de julho de 2015
Carta do Ceará Contra a Terceirização
Ao término da Audiência Pública sobre o projeto de lei em tramitação no Senado Federal sobre a terceirização do trabalho, realizada no dia 21 de julho, em Fortaleza, foi apresentado e aprovado o seguinte documento:
O Senador Paulo Paim, o Fórum Nacional em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores ameaçados pela Terceirização, e todas as entidades aqui reunidas, em Audiência Pública proposta pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, afirmam seu repúdio ao atual texto aprovado pela Câmara dos Deputados relativo ao PL 4330/2004, agora nominado no Senado PLC 30/2015, que corresponde a uma radical reforma trabalhista supressora dos direitos conquistados na luta, sob o eufemismo da contratação de empresas especializadas. No limite, teremos empresas sem empregados e trabalhadores sem direitos.
A defesa do projeto fundamenta-se na geração de postos de trabalho quando as evidências empiricas demonstram em contrário e que a criação destes é resultado do dinamismo econômico, além disso, se apoiam na tese de maior eficiência e ganhos de produtividade para justificar essa forma de contratação predatória.
Entretanto, o que se observa é que a terceirização instituiu uma nova dinânica degradando o trabalho, interferindo nas relações de solidiariedade entre os trabalhadores e fragmentando a organização sindical.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
AE-CE promove formação política
A Articulação de Esquerda, tendência interna nacional do Partido dos Trabalhadores, realizou no último sábado, 18 de julho, estudo com integrantes e simpatizantes no Ceará. O estudo foi coordenado pela Secretária de Formação da direção estadual da AE e ocorreu com base nas resoluções de seu 2º Congresso Nacional, realizado de 2 a 5 de abril deste ano, em São Paulo. Foram estudadas as partes relativas à conjuntura nacional e à organização da corrente. Os documentos podem ser obtidos na íntegra no sítio Página 13 ou, na versão impressa completa em livros, no escritório político do vereador Deodato Ramalho (Av. Universidade, 2384, Benfica - Fortaleza).
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quinta-feira, 23 de julho de 2015
No olho do furacão
Quando o pior e o melhor ainda estão por vir
O secretariado nacional da tendência petista Articulação de Esquerda, reunido no dia 18 de julho de 2015, aprovou a seguinte resolução política:
1. Está em curso uma profunda crise no país. Não é provável que esta crise prolongue-se indefinidamente. Seja por decisão das forças políticas, seja devido ao agravamento da situação econômica e social (com destaque para o crescimento do desemprego), seja por ação de algum catalizador casual, tudo indica que estamos nos aproximando de um momento de desfecho desta crise.
2. A esquerda, especialmente o Partido dos Trabalhadores, precisa tomar consciência deste fato e agir em conformidade com a gravidade da hora. As opções hegemônicas no governo e a atitude catatônica e abúlica de setores da direção partidária estão criando as condições para um desastre de imensas proporções.
3. A militância petista e os setores democráticos e populares estão convocados a, como ocorreu no segundo turno das eleições presidenciais de 2014, viabilizar por sua própria iniciativa uma solução e arrastar atrás de si as parcelas da direção e do governo que não fazem o que lhes é devido.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Movimentos formam Frente em Defesa do Pré-Sal
Plenária em defesa do interesse nacional na gestão do petróleo acontece nesta quarta-feira, 22/7, na Apeoc
Diante da ameaça de mudança no regime de partilha para exploração do Pré-Sal os movimentos sociais estão constituindo uma Frente Ampla em Defesa do Pré-Sal – pelo Brasil, pela Educação e pela Petrobrás. Veja o documento abaixo:
CONVITE – CONVOCATÓRIA
“Frente Ampla em Defesa do Pré-Sal” – pelo Brasil, pela Educação e pela Petrobrás!
Nas últimas semanas, o Congresso Nacional discutiu diversos temas que ferem, diretamente, a classe trabalhadora e a juventude brasileiras: projeto de lei da terceirização (PL 4330), redução da maioridade penal (PEC 171/1993), alteração do regime de exploração do pré-sal (PLS 131/2015).
Destes temas, o que a grande mídia atualmente coloca em evidência é o Projeto de Lei do Senado (PLS 131/2015), de autoria do Senador José Serra (PSDB-SP), que propõe a alteração do Regime de Partilha e exploração do Pré-Sal.
terça-feira, 21 de julho de 2015
Caravana contra a terceirização em Fortaleza
A audiência pública na Assembleia Legislativa do Ceará está agendada para o dia 21 de julho de 2015, ás 10h da manhã
O Projeto de Lei da Terceirização está no Senado e agora tem o número PLC 30/15. Através de uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH), presidida pelo senador Paulo Paim, uma comitiva de senadores está percorrendo o país fazendo debates nas Assembleias Legislativas. A iniciativa já passou por estados do sul e sudeste e agora chega ao Ceará. A audiência para discutir o tema está agendada para o dia 21 de julho de 2015, às 10 horas da manhã, e vai contar com a presença de várias entidades de classe.
Para o senador e presidente da CDH, Paulo Paim, as audiências estão enfatizando a crueldade do projeto de terceirização, e a pressão e mobilização feitas pela sociedade organizada servem para mostrar que a terceirização precariza e desmonta o mundo do trabalho. “Você não vai saber mais quem é metalúrgico, bancário, comerciário, professor, enfermeiro, porque um escritório qualquer cria uma empresa que contrata os trabalhadores e, a partir dali, por seu livre arbítrio, começa a mandá-los para as áreas de produção. Essas empresas desconhecem o que manda a Constituição e a CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]”.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
10 coisas sobre o Mais Médicos que a mídia convencional não vai contar para você
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| O médico Juan Delgado é agredido por colegas em sua chegada; à direita, Dilma pede desculpas oficiais em nome do governo |
Por Cynara Menezes
Há exatos dois anos, no dia 8 de julho de 2013, o Brasil foi tomado por uma onda de ira corporativista contra um projeto que visava ampliar a oferta de médicos especializados em saúde da família no País. Naquele dia, o governo baixou a MP (Medida Provisória) criando o programa Mais Médicos, que previa a importação de médicos de diversos países, inclusive cubanos. O CFM (Conselho Federal de Medicina) e a oposição ao governo tentaram, de todas as formas, impedir que os estrangeiros viessem suprir a carência de profissionais em áreas rejeitadas pelos médicos brasileiros.
Médicos cubanos chegaram a ser vaiados e insultados por colegas em sua chegada no aeroporto de Fortaleza (CE), em uma atitude que surpreendeu os dirigentes da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), parceira do governo federal no programa. “Nunca pensei que fosse chegar a este extremo de preconceito e até racismo, que fossem dizer que as médicas cubanas pareciam empregadas domésticas, que os médicos negros deveriam voltar para a África ou que eram guerrilheiros disfarçados”, lamenta o representante da OPAS/OMS no Brasil, Joaquín Molina.
Neste meio tempo, sempre que a mídia brasileira noticiou o programa foi para contar quantos cubanos fugiram para Miami ou os erros que porventura cometeram, ainda que nunca tenha se concretizado nenhuma condenação. Molina se queixa que, cada vez que era procurado pelos jornais para defender o programa, ganhava um parágrafo na reportagem, contra dez do presidente do CFM atacando a ideia. “Pessoalmente, acho que a mídia brasileira privilegia a notícia ruim. Nunca vi uma manchete positiva neste país”, critica.
Reuni neste post 10 pontos que a imprensa não destacou para que as pessoas possam conhecer melhor o programa Mais Médicos. Confira.
1. O número de médicos na atenção básica à população na rede pública do País foi ampliado em 36%: tinha cerca de 40 mil antes do programa e ganhou 14.462 profissionais, entre eles 11.429 cubanos e 1.187 com diplomas de outros países. A lei priorizou os brasileiros, mas apenas 1.846 se inscreveram na primeira convocatória. Este ano, a situação se inverteu e 95% das 4.146 vagas foram ocupadas por médicos brasileiros.
UPDATE: o ministério da Saúde informou que o número atualizado é de 18.240 médicos no programa.
sábado, 18 de julho de 2015
Stédile: "Precisamos de uma frente com um projeto alternativo ao da burguesia"
João Pedro Stedile, do MST, analisa o momento pelo qual passa a sociedade brasileira e aponta os desafios que os setores progressistas devem enfrentar
Liderança do MST, maior movimento popular do campo no Brasil, João Pedro Stedile vê um cenário difícil e complexo para a classe trabalhadora, “um período de confusões que não se resolverá a curto prazo”.
Para ele, as dificuldades de cenário fazem com que, “de um lado, o povo vê todos os dias a burguesia tomando iniciativas contra ele, e um governo inerte e incapaz. E de nossa parte, não conseguimos chegar até a “massona” com nossas propostas, até porque a mídia é controlada pela burguesia”.
Em entrevista ao Brasil de Fato, Stedile apontou como enxerga as movimentações do governo, das elites e dos setores populares. Criticou o ajuste fiscal que o segundo mandato de Dilma vem implementando e reconheceu a necessidade e os desafios em se elaborar uma proposta política alternativa unitária ao que está posto: “Se o governo não mudar de rumo, ele continuará se afundando ainda mais na impopularidade e na incapacidade de sair da crise”.
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