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| "Mudanças" e mesmices no PED 2013 |
Em meio a guerra de nervos que envolve desde o cenário político até a disputa interna no PT, alguns dirigentes suspiram aliviados com o desvirtuamento do regulamento do PED. Alegam que as regras “dificultam a participação” dos filiados, o que apareceria como “inconveniente” na conjuntura atual, em que o partido deveria se afirmar fortalecido, perante as mobilizações nas ruas, a instabilidade da “base aliada”, a eminente prisão dos condenados pela AP 470 e a eleição presidencial em 2014. “Fortalecido” significa numericamente ao menos equivalente ao PED anterior, quando votaram algo em torno de meio milhão de filiados em todo país, mesmo que esta quantidade seja tão somente uma encenação de força e vida real.
Estranhamente, o chamado “campo majoritário” em torno da tendência Construindo um Novo Brasil – CNB, não parecia muito empenhado em cumprir as regras do PED, apostando na sua força numérica na instância dirigente para torcer o regulamento de acordo de seus interesses. Mas só quem imagina a maioria como um todo homogêneo, identifica uma aparente conspiração neste movimento.





